Moradora do Bairro Liberdade, a adolescente Bianca Marrane Almeida, 14 anos, está desaparecida. A mãe Denise Alves Marrane disse que a filha foi vista pela última vez sábado (26), desembarcando de ônibus de transporte coletivo, por volta de 12h, na Avenida Esbertalina Damiani (Praiano), em Guriri. Ela trajava uma blusa preta e uma saia preta estampadas.

Acompanhada da irmã Letícia, Denise Alves Marrane esteve na Rede TC para relatar o desaparecimento da filha Bianca. Foto: Wellington Prado/TC Digital

Denise esteve na Rede TC acompanhada da irmã Letícia Alves Marrane e relatou que bateu na filha na manhã de sábado (26). Depois, a adolescente foi jogar bola em sítio no bairro. Conforme a mãe, ela pediu para o irmão de Bianca chamá-la na hora do almoço, mas a filha não foi encontrada.

De acordo com a mãe, uma pessoa observou Bianca entrando em ônibus de transporte coletivo que passa no bairro, com destino ao Centro. Ela disse que procurou no Centro, não encontrou a filha e foi para a Polícia Civil registrar a ocorrência. Denise relata que após sair da delegacia foi informada de que a filha tinha, na verdade, descido do ônibus sozinha na Pedra D´água.

Leia também:   Adolescente sai de casa após receber telefonema e é assassinado a tiros em Linhares

Ela foi na Viação São Gabriel domingo e detalha que observou imagens do ônibus e visualizou a filha entrando no veículo de transporte coletivo no Bairro Liberdade às 11h20, desembarcando na Pedra D’água às 11h30 e entrando em outro ônibus para Guriri por volta de 11h40 de sábado (26). A última imagem que visualizou a filha foi ela descendo do ônibus por volta de 12h, na Avenida do Praiano, “perto de um prédio abandonado”.

Denise disse que procurou a filha em Guriri, sem sucesso, além de conversar com colegas de Bianca, que não souberam informar o paradeiro da adolescente. A mãe ressalta que o pai da adolescente reside em Nova Viçosa (BA).

Denise pede que quem sabe o paradeiro de Bianca entre em contato pelos números 9.9721.7986, 9.9985.6707, 9.9654.2610 e 9.9645.8505. Ela acrescenta que a filha iniciou acompanhamento psiquiátrico em 2019 por dizer “que escutava vozes (alucinação auditiva)”. A Rede TC procurou a Polícia Civil. A Assessoria de Comunicação relata que não teve expediente administrativo nesta segunda-feira (28) nas delegacias especializadas, em virtude do Dia do Servidor Público.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here