Barraqueiros e vendedores ambulantes que trabalharão na Festa da Cidade aguardam com muita ansiedade o início da programação, cuja abertura está marcada para o dia 19. A expectativa deles é que o faturamento seja melhor do que o ano passado. O presidente da Associação de Barraqueiros, Artesãos e Vendedores Ambulantes (Abavam), Paulo César Gama, destaca que neste ano foram cadastrados 310 ambulantes. “É festa para uns, trabalho para outros; emprego e renda”, destaca o presidente da Abavam sobre a Exposama.

“É festa para uns, trabalho para outros, e emprego e renda”, destaca o presidente da Abavam, Paulão, sobre a Exposama.

Vendedora ambulante, Irani Moreira do Nascimento, 62 anos, conhecida como Branca, pretende, com a renda a ser adquirida na Exposama, concluir a casa que está construindo em Guriri, onde mora com o marido. Ela afirma que assumiu o controle do carrinho de milho depois que o esposo Antenor, que atuou como vendedor ambulante por 20 anos, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC), há seis anos. Atualmente, em uma cadeira de rodas, recebe auxílio assistencial do governo e auxílio da Abavam, já que está impossibilitado de trabalhar. “Eu espero que a festa seja boa para a gente vender”, destaca Branca. Segundo ela, o dinheiro das vendas vai ajudar também nas despesas de casa, como na compra de medicamentos.

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“No ano passado foi bom. Este ano vai ser melhor ainda” – diz, esperançoso, o vendedor Jorge Oliveira.

Depois de trabalhar como segurança de supermercado, Jorge Oliveira, 42 anos, decidiu tornar-se vendedor ambulante e, desde 2008, tira o sustento por meio dessa profissão junto com a esposa. Na Exposama, ele deve vender pastelão, salgados, churrasquinho, feijão tropeiro, cerveja e refrigerante. “A tendência é melhorar. No ano passado foi bom. Este ano vai ser melhor ainda”.

O barraqueiro Genildo Silva Melo está empolgado para vender drinks e maçã do amor.

Genildo Silva Melo, 65 anos, está no ramo há mais tempo. Com 40 anos de experiência, conta que já pagou os estudos dos filhos e conquistou a casa própria vendendo drinks e maçã do amor, que, segundo ele, é o produto que mais lhe rende lucro. Genildo acredita que a festa este ano será mais satisfatória financeiramente. “Está mais estruturada, bem organizada, as bandas que vão tocar são melhores do que ano passado. Então a expectativa é que vai ser melhor em tudo” – disse ele.

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