“A vida é um filme, um curta metragem, tão curta que não dá nem pra contar. Uma história em cada um, num lugar diferente pra cada um de nós”. Assim, na cadência do som e harmonia dos versos de Candelária, música de autoria de Zé Martins com Lú Araújo, o músico vai relembrando cada nuance da carreira, que segundo o próprio, começou em Pinheiros há 30 anos “numa época em que a região respirava musicalidade em sua pura essência e o pequeno Zé mal conseguia segurar um violão, que era maior que ele”.

Após passar pela roqueira Porão 18 e a forrozeira Forró Mania, com a cara, a coragem, e, claro, um violão, Zé Martins rumou para o Rio de Janeiro onde começou a construir uma outra história, que o levou a dormir nos hotéis mais caros da capital carioca e nos becos mais escuros.

Inclusive, Candelária, cujo trecho inicia essa matéria, foi concebida na Candelária, quando ele estava em situação de rua. Perrengues à parte, dezoito anos depois, retornou para o Espírito Santo, e há tempos faz ecoar a voz melódica e poderosa na Ilha de Guriri e onde mais alcançar o timbre.

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MÃE PRETA
Inspirada no nome da avó de um amigo das antigas, Zé Martins reuniu os melhores em cada instrumento e montou a Banda Mãe Preta, que toca tudo: MPB, rock’n’roll e mais um pouco. De tempos em tempos, o projeto volta à tona.

MADE IN ILHA PARA O MUNDO
Com o projeto solo, Zé Martins diz que ganhou a Capital do Brasil, quando afirma ter tocado em um trio elétrico em frente ao Palácio do Planalto para milhares de pessoas.
Outra proeza foi um vídeo de uma participação especial no show de Rafa Mangafá, realizado no Hora Extra, em Guriri, que viralizou. Segundo ele, o material já beira 100 milhões de visualizações na internet.

COM O PREFEITO NO TRIO
Zé Martins conta que também já dividiu a cena, o palco –ou trio elétrico– com o prefeito Daniel Santana, numa folia fora de época, realizada em Guriri. “Foi sucesso total! A performance rendeu convite para uma visita ao gabinete do prefeito para um café e um bate papo sobre projetos futuros. Todas essas experiências foram incríveis, guardo tudo com muito carinho. E como diria o velho poeta, quem nasce Zé não morre Jhonny não. A gente ainda nem começou” – pontua.

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SÁBADO TEM SHOW
Quem quiser acompanhar o que Zé Martins é capaz fazer com um microfone, um violão e uma ideia na cabeça, no próximo sábado (6) tem show às 19h, no Bairro Jacqueline, no XV Arraiá do Galvão –antigo Depósito de Brita da Colombi. “E a causa é nobre: a renda será para a construção da igreja”.

CONTATO PARA SHOWS
(27) 99760-8162 – Produtor Odirley Menelli.

 

Foto do destaque: Divulgação

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