Com o aumento de casos diários de covid-19 nos últimos dias no Espírito Santo, assim como no Brasil e em algumas partes do mundo, a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) afirma que está preparada para uma maior pressão na ocupação de leitos hospitalares.

Em resposta à Rede TC de Comunicações, a Sesa garante que tem capacidade para suportar a demanda por leitos de todas as regiões do Espírito Santo. Já há alguns dias, o Hospital Roberto Silvares apresenta ocupação de todos os leitos da ala de enfermaria de covid.

A unidade hospitalar referência no tratamento do coronavírus no norte do Estado possui atualmente nove leitos de enfermaria e 10 de UTI para covid. Em período de pico da pandemia no ano passado chegou a disponibilizar 122 vagas.

Ontem, dos 19 leitos –de UTI e enfermaria– havia apenas uma vaga, na UTI.

Ainda de acordo com a Sesa, “há um plano de contingência em andamento que prevê aumento de até 300 leitos de enfermaria adulto e infantil, já mapeados, para garantir o acesso da população à internação hospitalar por Influenza no Estado”.

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No entanto a Secretaria não detalhou onde esses novos leitos estão mapeados, quantos são para o Hospital Roberto Silvares ou se existe planejamento para abertura de novos leitos de covid em São Mateus.

Questionada, a Sesa não informou para onde pacientes da região estão sendo encaminhados para internação em enfermaria, já que o HRS estava ontem, conforme atualização do Painel Covid, com ocupação de 100% dos leitos. Também não respondeu sobre a quantidade de pacientes com covid de São Mateus que demanda internação.

 

NÃO VACINADOS

Em breve pronunciamento nesta quinta-feira, o secretário estadual de Saúde, Nésio Fernandes, disse que quase metade das internações por covid no Espírito Santo é de pessoas que não tomaram vacinas. Ainda existe um percentual de 75% das internações de pessoas com até 60 anos que não completaram o esquema vacinal.

“A pandemia não dá chance para opinião distinta daquela que reconheça que as vacinas são seguras e eficazes e reduzem o risco de uma evolução para quadro grave e óbito. Vacine-se o quanto antes” – enfatizou o secretário.

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