sexta-feira, janeiro 16, 2026
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Monique Cruz espera até 2.000 pessoas em quatro sessões do espetáculo Invisível Presença

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Por

Wellington Prado

Repórter

Chegou o fim de semana do espetáculo Invisível Presença: está em todo lugar, inclusive dentro de nós, celebrando os 25 anos de fundação do Estúdio de Dança Monique Cruz. Duas sessões acontecem neste sábado (13) e duas no domingo (14), às 17h e às 20h, com expectativa de levar ao auditório central do Centro Universitário Norte do Espírito Santo (Ceunes) um público somado de até 2.000 pessoas.

Os ingressos para as sessões continuam disponíveis na internet, pelo valor de R$ 50. Conforme a professora de dança e coreógrafa Monique Cruz, os tíquetes do espetáculo também podem ser adquiridos nos dias e local do espetáculo, caso não se esgotem.

O objetivo de realizar quatro sessões é que em 2024 foram três e os ingressos esgotaram quando chegou a semana das apresentações. “A gente quer montar um espetáculo desse para que todos possam assistir”, sustenta a empresária.

Monique detalha que cada sessão terá aproximadamente 1h20, com apresentação de 20 coreografias, executadas por cerca de 300 dançarinos de três a 70 anos. Conforme explica, não será esse o total de intérpretes em cada sessão, já que haverá grupos diferentes por apresentação em algumas coreografias.

O ensaio geral no auditório central do Ceunes acontece hoje, durante todo o dia.

Vamos falar sobre a presença de Deus na nossa vida, diz professora

Monique Cruz apresenta neste ano o espetáculo com o tema Invisível Presença: está em todo lugar, inclusive dentro de nós. “E a gente vai falar de Deus, não numa forma física, mas numa forma invisível mesmo, de onde Ele está presente na nossa vida. De uma forma mais espiritual, sem envolver nenhum tipo de religião, mas para falar dessa força maior, dessa crença maior, dessa energia, desse apoio, desse amor incondicional que muitas pessoas sentem. Quem tem mais fé sente de uma forma, quem tem menos, sente de outra” – sustenta.

Professora e coreógrafa Monique Cruz: “A gente vai falar de Deus, não numa forma física, mas numa forma invisível mesmo, de onde Ele está presente na nossa vida. De uma forma mais espiritual, sem envolver nenhum tipo de religião”. Foto: Wellington Prado/TC Digital

Nesse sentido, a professora de dança ressalta ainda que muitos acontecimentos na vida são inexplicáveis e só fazem sentido sob uma perspectiva sobrenatural, reforçando o motivo pela escolha do tema do espetáculo. “A gente nem consegue entender na nossa mera relação humana aqui, só alguma coisa espiritual mesmo para explicar”, observa Monique.

Ela adianta também, sem revelar detalhes, que muitas pessoas devem chorar com o espetáculo.

Foto: Divulgação

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