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Modelo capixaba de gestão alimentar no sistema prisional é referência para outros estados

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Equipes técnicas do sistema prisional de Rondônia estiveram no Espírito Santo na última semana, com o objetivo de conhecer o modelo de fornecimento de alimentação nas unidades prisionais administradas pela Secretaria da Justiça (Sejus).

Na ocasião, a comitiva pôde conhecer de perto a cozinha de estrutura modular centralizada no Complexo Penitenciário Rodrigo Figueiredo da Rosa, em Viana, além da cozinha centralizada do Complexo Penitenciário Eduardo Pereira da Silva, em Xuri e na Penitenciária Semiaberta de Cariacica (PSC).

A visita foi guiada por servidores da Gerência de Fiscalização e Gestão de Contratos Administrativos dos Estabelecimentos Penitenciários (Gefap), área vinculada à Subsecretaria de Gestão Administrativa. De acordo com a chefe do Núcleo de Alimentação da Secretaria da Justiça do Estado de Rondônia, Thais dos Santos Feitosa, a proposta foi conhecer as boas práticas implementadas no Espírito Santo, dentro da proposta do programa Pena Justa.

Foto: GovernoES/Divulgação

“O que encontramos no Espírito Santo foi um sistema bem estruturado, com processos claros e eficientes, voltados para garantir uma alimentação de qualidade às pessoas privadas de liberdade. Tivemos acesso a todas as etapas do processo, desde o recebimento dos insumos até o preparo e a distribuição das refeições”, destacou Thais dos Santos Feitosa.

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“Pudemos discutir realidades semelhantes, refletir sobre os pontos que ainda precisamos avançar em nosso estado, e levar conosco novas ideias e referências que certamente contribuirão para o aprimoramento do nosso sistema prisional”, completou.

A visita foi acompanhada pelos servidores de Rondônia Marcos Moreira de Souza, que é policial penal, engenheiro e coordenador de Infraestrutura e da Nutricionista do Núcleo de Alimentação, Suzana Cristina de Amorim Gomes.

As cozinhas internas fazem parte do investimento da Secretaria da Justiça para reduzir custos e fornecer um serviço de alimentação com mais qualidade dentro das unidades prisionais do Espírito Santo. O modelo adotado evita atrasos com a entrega das refeições e aumenta o nível da fiscalização dos contratos.

“Além de reduzir custos e otimizar processos, o modelo fortalece a fiscalização dos contratos e nos dá mais autonomia para manter um padrão elevado de serviço em todas as unidades. É um investimento estratégico que contribui diretamente para a segurança e para o bom funcionamento do sistema prisional capixaba. Temos cozinhas internas implantadas em 100% das unidades prisionais do Espírito Santo e que estão em consonância com o previsto no Plano Pena Justa”, ressaltou o subsecretário de Gestão Administrativa da Sejus, Celso dos Santos Junior.

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Foto do destaque: GovernoES/Divulgação

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