Cristiano faz todo o trabalho de construção do fliperama. Foto:? Ademilson Viana/TC Digital

A paixão pelo mundo dos games levou o analista de sistemas Cristiano Stocco Gaigher, de 34 anos, a produzir o primeiro fliperama. O trabalho artesanal iniciado há três meses deu tão certo que, ele já está recebendo encomendas. Por isso, transformou em local de trabalho uma área que utilizava para churrascos na residência em Guriri. Em busca do aperfeiçoamento, Cristiano produz três tipos de equipamento e vislumbra brevemente empreender com aluguel para festas infantis.

“Fliperama é de nossa infância. Sempre tive o sonho de ter um” – revela. O gamer relata que essa história de produzir fliperamas começou em fevereiro, quando participou do congresso internacional de tecnologia Campus Party, em São Paulo. Ao ver expositores mostrando e vendendo fliperamas, ficou interessado, fez perguntas, observou os mecanismos internos e, quando retornou, decidiu montar um para ele próprio, realizando um antigo sonho.

Os primeiros fliperamas produzidos foram portáteis. Foto: Divulgação

Cristiano relata que o primeiro que produziu foi um modelo portátil, mas alguém se interessou e ele acabou vendendo. Daí, não parou. Já produziu quatro portáteis e está em produção de um fliperama grande e outro que denomina Bartop, que pode ser colocado sobre mesas. No grande, utiliza um monitor de tevê e os jogos são acessados por meio de cartuchos ou placas de notebook.

No Bartop, a imagem é exibida em monitor de computador e utiliza placas de notebook ou cartucho. No portátil, a placa é a Raspberry Pi 3, onde é inserido o cartão de memória com os jogos. O portátil é acoplado para ser jogado utilizando um televisor ou computador.

 

Família apoia ação de Cristiano

O corpo do fliperama é produzido com placas de MDF. Foto: Divulgação

O analista de sistemas Cristiano Stocco Gaigher explica que a estrutura do fliperama é produzido com a utilização de placas de MDF. O processo de corte e moldagem é feito por ele mesmo, de forma manual. Cristiano salienta que só não faz a impressão dos adesivos para a plotagem.

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Com a caixa pronta, começa a fase de montagem, incluindo vidro e acrílico, o sistema eletrônico e de som. “Não é gambiarra”, reforça o analista, frisando que as peças do sistema são compradas na Grande Vitória e em São Paulo. Os jogos são baixados na rede mundial de computadores.

Cristiano adianta que o fliperama grande custará em trono de R$ 3.000, enquanto que o Bartop deve ficar por volta de R$ 1.900 e o portátil tem o preço estimado em R$ 900. Os interessados devem encontrar em contato pelo telefone 9.8174.9729.

O gamer ressalta que recebe apoio da família no novo empreendimento, inclusive da esposa Francielle, que já encomendou um modelo grande para ficar em casa. Um cunhado sugeriu a produção de equipamentos para serem alugados para festas infantis.

 

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