Por Wellington Prado – Repórter
Presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Marcelo Santos afirmou em entrevista à Rede TC de Comunicações, que tem focado no momento nas atividades do mandato. Questionado sobre as articulações para as eleições deste ano, adiantou: “Como chefe de um poder, liderando o Poder Legislativo, que somos em 30 deputados e deputadas, eu não posso antecipar o processo eleitoral”. Contudo, o parlamentar adianta que segue com projeto para concorrer a uma vaga à Câmara Federal.
Conforme disse, conduzindo a Assembleia Legislativa, há muito desafio ainda pela frente para dar encaminhamento, sendo mais de 1.800 projetos de lei, seja de autoria de deputados ou do Executivo.
“Então, eu preciso pautar a eleição no tempo certo e vai ser só no mês de agosto. Enquanto isso, é trabalhar para garantir mais investimentos à população do Espírito Santo, como nós viemos aqui hoje, anunciar e visitar obras importantes que autorizamos na Assembleia para o Governo fazer os investimentos” – aponta.
Marcelo Santo afirma ainda que não pode ser irresponsável em fazer da Assembleia Legislativa um palanque eleitoral. “E não farei isso, até pelo tempo que estou na vida pública, a responsabilidade que tenho de chefiar um poder. Então, no que depender do cidadão capixaba, ele pode ter certeza que a Assembleia não vai faltar e não vai deixar de enfrentar nenhum desafio que nos aparecer” – enfatiza.
O parlamentar reforçou que segue com o planejamento de concorrer a deputado federal e adianta quais pautas pretende defender: “Naturalmente, segurança pública. Nós vamos trabalhar para defender o pacto federativo, para que os estados tenham autonomia de legislar, que não fique somente no Governo Federal e no Congresso Nacional, porque é muito importante que tem temas que são somente discutidos em um estado, que é diferente do outro. E aí, a legislação nacional acaba atrapalhando o desenvolvimento de um estado. Então, o pacto federativo tem que ter, dando anuência aos estados e municípios ter a competência legal de legislar sobre temas que são afetados a ele” – afirma






