. Bares e restaurantes
Preocupados com a falência de bares e restaurantes e as consequentes demissões no setor, comerciantes estão programando para segunda-feira (6), em Vitória, um manifesto para que seja permitida a reabertura dos estabelecimentos. Uma carreata, saindo do Triângulo das Bermudas, na Praia do Canto, às 14h, pretende chegar ao Palácio Anchieta para pressionar o Governo do Estado a permitir que os bares e restaurantes possam reabrir. Os comerciantes alegam que os estabelecimentos podem funcionar seguindo todas as regras e normas de segurança.

. Rio de Janeiro
O primeiro dia em que bares e restaurantes foram autorizados a reabrir ao público no Rio de Janeiro, na quinta-feira (2), parece não ter agradado uma parcela da sociedade. Segundo relatos nas redes sociais, as ruas do Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro, ficaram lotadas, com pessoas aglomeradas, em desrespeito ao distanciamento social, e sem máscaras. Segundo moradores, os estabelecimentos continuaram em funcionamento após as 23h, horário de fechamento estipulado pela prefeitura.

. Cloroquina
Algumas prefeituras do Brasil estão aderindo à pressão do Governo Federal e implantando nos respectivos municípios o protocolo para tratamento de coronavírus com cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina. No entanto, o paciente que quiser ter acesso a esse protocolo deverá assinar um termo de responsabilidade assumindo o risco do tratamento e isentando as autoridades, e médicos, por possíveis complicações pelo uso dos medicamentos. Parece que o Governo Federal encontrou uma maneira de consumir as doações de milhões de doses de cloroquina feitas pelos EUA. Alguns observadores políticos dizem que o repasse de recursos para essas Prefeituras está condicionado à adoção desse protocolo. Será?

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. Profissional de saúde
Tramita na Assembleia Legislativa um projeto de lei que versa sobre a gratuidade de acomodação para profissionais da saúde enquanto perdurar os efeitos do estado de calamidade pública no Espírito Santo. A iniciativa é do deputado Doutor Hércules. O projeto obriga os gestores a garantirem a hospedagem em estabelecimentos que ofereçam condições sanitárias adequadas para o descanso dos trabalhadores que não possam retornar para suas residências, seja pela distância ou para não submeterem as famílias ao risco de contaminação pelo novo coronavírus.

. Transporte público
O Ministério Público do Espírito Santo está preocupado com as aglomerações no transporte público coletivo, além de outras irregularidades. Em reunião nesta semana com a Secretaria Estadual de Mobilidade Urbana ficou acordado que deverá ser elaborado um protocolo de funcionamento do serviço de transporte público coletivo que atenda à legislação sanitária. A fiscalização também deve ser intensificada quanto ao cumprimento do distanciamento entre as pessoas, o uso das máscaras e circulação de ônibus com o número limitado de passageiros sentados.

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. Transporte público II
Em São Mateus está cada vez mais comum ver ônibus, principalmente da linha de Guriri, que não respeitam a limitação de passageiros sentados. Esta semana, por exemplo, alguns veículos foram vistos com todas as poltronas ocupadas e passageiros em pé no corredor. O uso da máscara é obrigatório, mas do que adianta se as demais orientações não são observadas?

. Cachaça na pandemia
O Instituto Brasileiro da Cachaça espera uma queda no mercado de mais de 20% em 2020. Antes de se instaurar a pandemia no Brasil, a previsão era de um crescimento de apenas 1,5%. A expectativa é baseada no estudo anual do provedor global de pesquisas de mercado Euromonitor International, que avalia o desempenho de várias categorias de produto, e prevê uma queda de 21,7% em volume total, incluindo vendas em supermercados, bares e restaurantes, em virtude da crise gerada pelo novo coronavírus.

. Números da cachaça
O Brasil registra cerca de 1.397 estabelecimentos produtores de cachaça e aguardente, distribuídos em 835 municípios, registrados no Ministério da Agricultura. Esse total gera aproximadamente 600 mil empregos diretos e indiretos.

. Plano Safra
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) quer garantir que os recursos do Plano Safra cheguem às mãos dos produtores. Para isso, a entidade colheu os anseios e demandas reunidas pelas federações de Agricultura e Pecuária nos estados, sindicatos rurais, produtores e associações. Dentre os pedidos, a redução de taxas de juros do crédito rural, o aumento do funding de financiamento para a agropecuária, a desburocratização e redução do custo de observância, mais crédito rural e gestão de riscos da atividade agropecuária e comercialização. Presidente da Faes, Júlio Rocha destaca que, mesmo em face de uma adversidade tão conturbada como a pandemia, o agro continua sendo o alicerce da economia e os produtores necessitam recompor o fluxo de caixa. O Plano Safra conta com R$ 236,3 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional. Os financiamentos podem ser contratados de 1º de julho de 2020 a 30 de junho de 2021.

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. Eleições 2020
Com o adiamento das eleições, alguns prazos também foram esticados, como por exemplo, o da desincompatibilização, que se refere às datas em que possíveis candidatos devem se afastar de determinado cargo ou função que ocupem. A depender do cargo, os prazos variam. No caso de funcionário público comissionado, como assessores parlamentares, o afastamento do cargo deve ocorrer com três meses de antecedência da data da votação. Esse prazo, portanto, se encerraria em julho, fica prorrogado até agosto. Por outro lado, prazos de desincompatibilização que já se encerraram antes da aprovação da proposta ficam mantidos.

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