Segundo Hugo Ramos, ainda não é possível apontar como será o Inverno deste ano, se menos ou mais rigoroso que anos anteriores. Conforme explica, por enquanto a transição de condições climáticas é apontada como normal.

Contudo frisa que as previsões são feitas numa visão sistêmica e pode ocorrer, por exemplo, do fenômeno La Niña contribuir para alguma alteração de prognóstico.

Mesmo assim, ele destaca que não pode deixar de alertar aos produtores rurais para que tenham o acompanhamento sistemático do desenvolvimento das lavouras e das futuras previsões climáticas. Isso para evitar que possíveis ondas de frio possam influenciar nas lavouras, resultando na possibilidade de perdas de produtividade.

Hugo Ramos ressalta que no norte do Estado, neste período do ano, as plantas maduras das principais culturas como o café conilon não são tão afetadas. “Somente as lavouras em período de plantação ou renovadas”.

Na região serrana, frisa que podem ser afetadas as plantações de verduras e folhosas como couve e taioba. Por esse motivo, aponta que é preciso que os produtores tracem estratégicas, utilizando tecnologia e orientações.

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