
REFLEXÃO DO DIA
Ninguém está nem aí para sua história triste. Portanto, apenas vença! Bom dia, Tecenauta!
REFORMA TRIBUTÁRIA
Com o início da transição da reforma tributária em 2026, um tema que tem ganhado atenção no setor de infraestrutura é o impacto nas concessões, especialmente em saneamento e rodovias. No caso do saneamento, a mudança pode elevar a carga tributária de cerca de 9% para algo próximo de 27%, o que deve gerar pressão relevante sobre as tarifas. Estimativas do setor apontam que, para manter o equilíbrio dos contratos, as contas de água e esgoto podem ter aumentos médios na casa de dois dígitos. Além disso, cresce a discussão sobre o reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos, com base na alteração tributária como “fato do príncipe”, o que pode abrir uma frente relevante de revisões contratuais nos próximos anos, especialmente considerando o volume de contratos em fase de transição. Em rodovias, o impacto ainda é incerto e depende da aplicação da não cumulatividade, o que tem levado reguladores e concessionárias a analisarem os efeitos caso a caso.
CARNE BOVINA
No mês em que se comemora o Dia do Boi (24 de abril), não se celebra apenas a força da pecuária, mas também um marco de transformação histórica para o Brasil, que, em 2025, tornou-se o maior produtor mundial de carne bovina, ultrapassando os Estados Unidos. No ano passado, o Brasil viu sua produção disparar, atingindo 11,1 milhões de toneladas em abates fiscalizados, um crescimento expressivo de 7,2% em relação a 2024, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando somamos os abates informais, o volume nacional salta para a marca impressionante de 12,3 milhões de toneladas, conforme a Athenagro. No mercado doméstico, a carne bovina segue em alta na dieta do brasileiro. O consumo médio anual no País gira em torno de 30 quilos por pessoa, conforme a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).
MEDICAMENTOS
Medicamentos com potencial para redução de custos hospitalares em mais de 70%, os biossimilares terão seus preços fixados pela primeira vez a partir desta semana, quando entrará em vigor uma resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), estabelecendo desconto obrigatório de pelo menos 20% em relação ao valor dos seus originadores. A expectativa do mercado é que a medida amplie ainda mais a oferta de tratamentos de ponta de altíssimo custo no SUS e em planos de saúde, com gastos menores, além de permitir a criação de um ambiente competitivo com mais players, e o domínio tecnológico e da cadeia produtiva dessas medicações no Brasil.
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