O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco-Norte) do Ministério Público Estadual afirma que precisou usar técnicas especiais de investigação, “devido à complexidade dos fatos”, que constatou fortes indícios de um esquema criminoso para frautar licitações no município de Nova Venécia. Na manhã desta sexta-feira, o Gaeco deflagrou a Operação Adsumus, que apura a participação de agentes públicos e particulares nessas supostas fraudes.

Em nota, o Ministério Público afirma que a apuração teve início em 2014. Conforme a nota do MPES, nesta sexta, foram cumpridos mandados de prisão temporária e mandados de busca e apreensão nos municípios de Nova Venécia, São Gabriel da Palha e São Mateus. “Os alvos das ações foram a sede da Prefeitura e de secretarias municipais de Nova Venécia, residências e empresas de investigados”, frisa o Gaeco.

“A operação consiste, inicialmente, no cumprimento de mandados de prisão temporária e mandados de busca e apreensão em municípios do norte do Estado. Secretarias municipais, residências e empresas de investigados são alvos das ações de busca e apreensão” – comunicou o Gaeco em nota. A operação conta com o apoio do Núcleo de Inteligência da Assessoria Militar do MPES e da Polícia Militar.

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Ainda de acordo com o MPES, participam dos trabalhos seis promotores de Justiça e 31 policiais militares do Grupo de Apoio aos Promotores (GAP).

ADSUMUS

O Ministério Público explica que o nome da operação é uma palavra com origem no latim que significa estamos presentes. “Adsumus é usada no sentido de demonstrar prontidão e de confirmar que se está atento aos acontecimentos e faz referência ao monitoramento pelo MPES do uso do dinheiro público por parte de Prefeitura de Nova Venécia”, complementa.

A Prefeitura de Nova Venécia afirma que está acompanhando o caso através da Procuradoria Municipal e colabora, fornecendo todas as informações solicitadas, pois considera que é uma prática comum do Ministério Público fazer investigações.

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