Por Tatiana Milanez – Repórter
São Mateus – O Centro Universitário Vale do Cricaré (Univc) realiza em novembro a 17ª edição do Fórum de Negócios e Marketing 2026. Com o tema Humanos no Controle: Criatividade e Estratégia na Era da IA, o fórum é organizado por uma comissão formada por estudantes do curso de Publicidade e Propaganda e professores.

De acordo com o diretor do Departamento de Tecnologias e Humanidades do Univc, Felipe Oliveira Souza, a escolha do tema partiu dos próprios alunos e busca discutir o papel da inteligência artificial sem perder de vista a atuação humana. A proposta é integrar a formação prática dos estudantes e aproximar a comunidade acadêmica do mercado.
No dia 7 de outubro, o grupo realiza uma coletiva de imprensa. O encontro antecede a programação do fórum, marcado para os dias 9 e 10 de novembro no auditório central do Univc.
Felipe Oliveira Souza detalha que a programação não está totalmente fechada, mas adianta que o fórum terá palestras, mesa-redonda e atividades práticas. “Faremos os nossos momentos de hands-on, nos quais os participantes vão poder experimentar ferramentas de inteligência artificial e compreender aplicações voltadas aos negócios e ao marketing” – frisa.
Também presidente do Bússola Hub, Felipe Oliveira adianta ainda que os palestrantes convidados são pessoas com experiência no uso estratégico da IA incluindo profissionais vindos de Vitória. Ele salienta que a programação completa deve ficar pronta na próxima semana. “O fórum é gratuito e aberto à comunidade, não é restrito aos estudantes do curso de Publicidade e Propaganda, mas é importante fazer a inscrição previamente” – enfatiza.
Expectativa de até 400 participantes
São Mateus – A expectativa da organização é receber entre 300 e 400 participantes durante os dois dias de programação. “O objetivo do fórum, em especial com esse tema, é tratar sobre como que se usa a IA e também sobre o que ela é. Onde nos beneficia e até onde nos impacta de verdade. Esse é o senso que queremos trazer. Nós, enquanto acadêmicos, temos a obrigação de tentar revisitar a verdade, pelo menos o que se vive no mercado, ou seja, nem muito aquém, nem muito além, mas esse é o objetivo central” – complementa.






