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Fim da colheita derruba empregos em São Mateus, mas Serviços têm saldo positivo em julho

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Por Wellington Prado – Repórter

São Mateus – O fim da colheita do café conilon provocou forte impacto no mercado de trabalho de São Mateus em julho. Dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), apresentados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) no fim de agosto, mostram que o Município fechou o mês com saldo negativo de 317 postos de trabalho com carteira assinada.

No período, foram registradas 1.304 admissões e 1.621 desligamentos, levando o estoque de empregos formais do Município a 23.899 trabalhadores.

Apesar do resultado geral negativo, o setor de serviços apresentou o melhor desempenho entre os segmentos analisados. Foram 406 admissões e 306 desligamentos, com saldo positivo de 100 vagas.

O comércio também encerrou julho com saldo positivo. Foram 426 admissões e 409 desligamentos, resultando em 17 novos postos de trabalho. Na construção, foram 121 admissões e 112 desligamentos, com saldo de nove vagas.

Na outra ponta, a agropecuária registrou a maior perda de empregos no mês, justamente em razão da proximidade do encerramento da colheita do café conilon. O setor teve 134 admissões e 566 desligamentos, resultando em saldo negativo de 432 postos de trabalho.

A indústria também apresentou retração, com 217 admissões e 228 desligamentos, fechando julho com saldo menos 11 vagas.

Jaguaré perde 1.217 postos de trabalho com o fim da colheita

RESULTADO EVIDENCIA O PESO DA AGRICULTURA NA ECONOMIA DO MUNICÍPIO, QUE TEVE 1.451 DESLIGAMENTOS EM JULHO E
ENCERROU O MÊS COM ESTOQUE DE 4.469 EMPREGOS FORMAIS

Por Wellington Prado – Repórter

Jaguaré – A forte influência da agricultura sobre o mercado de trabalho de Jaguaré ficou evidente mais uma vez nos dados de julho do Novo Caged. Com a proximidade do fim da colheita do café, o Município registrou saldo negativo de 1.217 postos de trabalho no mês, resultado de 234 admissões e 1.451 desligamentos.

Com a retração, o estoque de empregos formais em Jaguaré ficou em 4.469 trabalhadores.

A agropecuária concentrou praticamente toda a perda registrada no Município. O setor teve 90 admissões e 1.320 desligamentos, fechando julho com saldo negativo de 1.230 postos de trabalho.

A indústria também apresentou resultado negativo, embora em menor proporção. Foram sete admissões e 12 desligamentos, com saldo de -5 vagas.

Os demais setores tiveram desempenho positivo. O comércio foi o principal destaque, com 92 admissões e 76 desligamentos, resultando em saldo de 16 postos de trabalho.

No setor de serviços, foram 33 admissões e 32 desligamentos, com saldo positivo de uma vaga. O mesmo resultado foi registrado pela construção, que teve 12 admissões e 11 desligamentos.

Os números de julho reforçam, portanto, a forte dependência do mercado de trabalho de Jaguaré em relação ao ciclo agrícola. O encerramento da colheita provoca uma redução expressiva no número de trabalhadores empregados formalmente, enquanto os demais setores ainda não conseguem compensar a perda de vagas no campo.

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