Dívidas de aproximadamente R$ 300 mil. As investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Mateus apontam que esta foi a motivação da execução do empresário jaguarense Alessandro de Freitas. Um homem de 30 anos é suspeito do crime ocorrido no dia 24 de abril e foi preso em operação na manhã desta quinta-feira (11), em Guriri. Ele estava dormindo no momento da chegada dos policiais.

O corpo de Alessandro de Freitas foi encontrado com perfurações oriundas de disparos de arma de fogo no dia 24 de abril, um quilômetro do Projeto Tamar, em Guriri. Uma picape Saveiro, pertencente à vítima, foi localizada 15 metros do local. O empresário era proprietário da empresa Bella Granitos.

A operação nesta quinta-feira (11) teve o apoio de policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Titular da DHPP, o delegado José Eustáquio disse que foram cumpridos mandados de prisão temporária de 30 dias e de busca e apreensão. Foram utilizadas quatro viaturas.

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“O delegado relatou que o suspeito e a vítima tinham negócios juntos, e as investigações apontaram que a motivação do crime era dívidas que a vítima possuía com o autor, um valor aproximado de R$ 300 mil”, acrescentou a Assessoria de Comunicação da Polícia Civil.

O suspeito foi ouvido na 18ª Delegacia Regional de São Mateus, sendo que a Rua da Liberdade, entre as ruas Coronel Constantino Cunha e Coronel Cunha Júnior, chegou a ser bloqueada. Ele foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP), após passar por exame de corpo de delito na Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A Assessoria de Comunicação da Polícia Civil relata que foi apreendido um telefone celular, que é apontado como o utilizado pelo suspeito para ligar para a vítima e atraí-la para o local do crime. “O empresário estava interessado em comprar um lote, e o suspeito disse à vítima que iria apresentar um lote na Ilha de Guriri. Chegando ao local, ele executa a vítima sem direito de defesa” – ressaltou.

A Assessoria de Comunicação da Polícia Civil relata que foi apreendido um telefone celular, que é apontado como o utilizado pelo suspeito para ligar para a vítima e atraí-la para o local do crime. Foto: Polícia Civil/Divulgação

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