Afirmando que existem novas provas no caso da morte da professora Regiane da Silva Pereira e que trabalha ainda com uma outra linha de investigação, a defesa de Paulo Sérgio de Oliveira acredita que ele não será indiciado pela morte da esposa. O corpo de Regiane foi encontrado no dia 6 na lateral da BR-101, próximo ao Bairro Esplanada (Seac), com sinais de estrangulamento.

Em entrevista exclusiva à Rede TC na tarde desta quarta-feira (15), defronte ao Fórum Desembargador Santos Neves, a advogada Sâmila Sampaio de Oliveira lembrou que o inquérito está em fase de investigação. Perguntada sobre as novas provas e a outra linha de investigação, respondeu que não poderia falar sobre esse assunto porque o processo corre sob segredo de Justiça. “Infelizmente não posso adentrar mais porque o processo está em sigilo”, declarou.

Conforme a advogada, ainda não há sequer o laudo cadavérico do corpo de Regiane. “Foi realizada perícia na residência e no veículo no intuito de ter alguma prova, algum indício de que o mesmo cometeu o crime na casa, ou dentro do veículo, mas não posso entrar no mérito, porque o processo segue em segredo de Justiça”, complementou.

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Em relação às contradições apontadas no depoimento de Paulo Sérgio pelo delegado de Homicídios e Proteção à Pessoa, José Eustáquio Mendes Júnior, realizado no dia 9, de que não há provas que ele teria levado Regiane à igreja, a advogada respondeu o seguinte: “Não temos que falar em contradição já que não existem imagens”.

À Rede TC, o delegado José Eustáquio afirmou na segunda-feira (13) que imagens de videomonitoramento da Cidade obtidas pela DHPP não registraram o veículo de Paulo Sérgio no ponto em que ele afirmou ter deixado Regiane, e que também não há registro da presença dela na Igreja Batista do Calvário do Bairro de Fátima (Ideal), na noite de 5 de maio.

São Mateus–ES

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