• O governador Renato Casagrande participou, neste sábado (16), de uma reunião com governadores das regiões Sul e Sudeste, em Belo Horizonte-MG. Os chefes do Executivo debateram pautas como a reforma da Previdência, medidas de enfrentamento ao contrabando, segurança nas fronteiras interestaduais e ampliação dos mecanismos de combate à corrupção.

O encontro consolidou a criação do Conselho de Integração Sul/Sudeste, que vai alinhar as pautas de interesse dos Estados e da população. O grupo deve atuar em conjunto em dez áreas: segurança pública, saúde, educação, turismo, sistema prisional, logística/transporte, combate ao contrabando, desburocratização, desenvolvimento econômico, inovação e tecnologia.

“Estamos realizando uma troca de experiências que se torna cada vez mais importante para a eficácia das políticas públicas. Temos várias pautas com os demais Poderes de interesse mútuo e trabalhar de forma coletiva é importante para alcançarmos melhores resultados”, afirmou o governador capixaba.

Também participaram do encontros os governadores do Rio de Janeiro, Wilson Witzel; de São Paulo, João Doria; de Santa Catarina, Carlos Moisés; do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; além do anfitrião Romeu Zema. A próxima reunião do grupo acontecerá em São Paulo.

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Alternativa no sistema prisional

Ainda em Minas Gerais, o governador Casagrande visitou, ao lado do anfitrião Romeu Zema, uma unidade da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC). O método complementa o sistema prisional tradicional. Nesse conceito, os próprios detentos são responsáveis pela sua recuperação e ajudam outros recuperandos no processo de ressocialização.

No Espírito Santo, o método APAC chegou a ser aplicado no município de Cachoeiro de Itapemirim, mas acabou sendo descontinuado na gestão anterior. Casagrande afirmou que o Governo do Estado está avaliando o retorno do modelo, “que tem custo mais baixo do que as unidades prisionais tradicionais e um excelente índice de recuperação”.

O método é pautado pelo respeito, ordem, trabalho e envolvimento da família na ressocialização. “Estamos avaliando formas de retomar este modelo, que é muito interessante”, garantiu Casagrande. Na unidade, os apenados recebem assistência espiritual, médica, psicológica e jurídica. No entanto, a custódia permanece sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus).

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