Candidato a deputado federal, Rafael Pacheco entra confiante na reta final de campanha
Com a experiência adquirida como policial federal e secretário
estadual da Justiça, Rafael Pacheco tem percorrido o Estado levando a
mensagem de sua candidatura a deputado federal pela primeira vez. Foto de divulgação
Vila Velha – Ex-secretário estadual de Justiça e policial federal, o candidato a deputado federal Rafael Pacheco se mostra confiante nesta reta final das eleições. Estreante nas urnas, Rafael Pacheco está ampliando sua presença no debate eleitoral. Ele leva para a disputa mais de três décadas de experiência na segurança pública. Filiado ao PSB, Rafael disputa a eleição em meio a nomes tradicionais e candidaturas já conhecidas dos capixabas, mas está acreditando que pode ser a grande zebra deste ano nas urnas.
A corrida pelas vagas do Espírito Santo na Câmara dos Deputados entra em sua fase decisiva com uma extensa lista de candidatos, incluindo parlamentares experientes, nomes já conhecidos da política capixaba e estreantes que tentam conquistar espaço. Mas, nas últimas semanas, Rafael Pacheco, que começou a disputa longe do grupo dos políticos tradicionais, avalia que sua candidatura passou a ter maior exposição.
Com a experiência adquirida como policial federal e secretário estadual da Justiça, Pacheco tem percorrido o estado levando a mensagem de sua candidatura a deputado federal pela primeira vez. Seu registro para concorrer à Câmara Federal foi deferido pela Justiça Eleitoral, e ele afirma que está satisfeito com a repercussão que sua candidatura vem tendo, revelando que frequentemente tem sido requisitado para entrevistas e reportagens regionais.
Ele atribui essa receptividade ao fato de ser um estreante como candidato, mas apresenta um currículo de mais de três décadas ligado à segurança pública, assunto que norteia as preocupações de grande parte dos capixabas.
Pacheco conta que, antes de chegar à disputa eleitoral, foi policial rodoviário federal, ingressou na Polícia Federal, trabalhou na área de inteligência, atuou internacionalmente como oficial de ligação da PF na Guiana, comandou a inteligência do sistema prisional capixaba e posteriormente assumiu a Secretaria de Estado da Justiça.
Agora, tenta fazer um movimento diferente: transformar essa trajetória técnica e administrativa em representação política em Brasília.