SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Brasil registrou 1.080 mortes por Covid e 36.629 casos da doença, neste sábado (24). O país, assim, chegou a 549.500 óbitos e a 19.666.902 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

As médias móveis de mortes e casos continuam elevadas. A média de mortes agora é de 1.168, queda de 10% em relação ao dado de duas semanas atrás. Apesar disso, já são 185 dias seguidos com médias móveis acima de 1.000 óbitos por dia.

A média de casos é de 46.825, que teve um crescimento recente após revisão de dados no Rio Grande do Sul.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 21 estados e no Distrito Federal.

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O Brasil registrou 1.102.640 doses de vacinas contra Covid-19, neste sábado. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 757.316 primeira doses e 311.288 segundas. Também entram nessa conta 34.036 doses únicas da Janssen aplicadas.

Ao todo, 95.217.256 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil -33.813.649 delas já receberam a segunda dose do imunizante.

Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 37.389.678 pessoas totalmente imunizadas no país.

Com isso, 61,40% da população com mais de 18 anos já recebeu ao menos uma dose (nesse caso, a 1ª dose de alguma vacina ou o imunizante de dose única) e 23,24% (também com mais de 18 anos) recebeu as duas doses recebidas ou a dose única da Janssen.

Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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